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Beyoncé – A vida e a carreira de um dos maiores ícones do pop mundial

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Beyoncé desenvolveu seu talento musical desde a infância e se tornou uma das maiores divas da música pop em todo o mundo

Cantora, atriz, compositora e produtora musical, Beyoncé se transformou em um dos maiores e mais respeitados nomes da música internacional nas últimas décadas. Conhecida tanto pela potência vocal como pelo talento para a dança, ela conquistou todo o mundo com muito talento, classe e sensualidade.

Beyoncé

Embora esteja frequentemente envolvida em polêmicas e boatos dos mais variados e absurdos, Beyoncé segue como um exemplo de equilíbrio na indústria; algo que poucos artistas conseguem nos dias de hoje. Assim, ao longo de duas décadas, a diva acumulou prêmios, hits, papéis no cinema, turnês de sucesso e muito (muito mesmo) dinheiro. 

Beyoncé em visita ao Brasil

Os primeiros passos

Nascida em 04 de setembro de 1981 em Houston, no estado do Texas, a norte-americana Beyoncé Giselle Knowles é filha de Mathew Knowles e Tina Knowles. Matriculada em aulas de dança na escola em que frequentava na infância, Knowles se interessou pela música por volta dos sete anos.

Com seu talento musical notado por um professor, Bey participou e venceu um show de talentos cantando a música Imagine, de John Lennon. Com isso, se inscreveu em outras competições e passou a cantar no coral da escola. Ela também foi solista no coro da igreja St. John’s United Methodist Church, mostrando ao mundo toda a sua potência musical.

Aos nove anos conheceu LaTavia Roberson em uma audição e, logo depois, foi formado o grupo Girls Tyme; incluindo, além das duas, Nina, Nicky, Ashley, Kelly Rowland e LeToya Luckett

O grupo chegou a se apresentar em programas de calouros na televisão como o popular Star Search. Mas na ocasião foi o grupo desclassificado da vez, o que marcou o primeiro fracasso da carreira das meninas; e de tornou a introdução da música Flawless, gravada décadas depois pela cantora. 

Destiny’s Child

O grupo Girl’s Tyme terminou em 1995 e, pouco tempo depois, se formou o Destiny’s Child com Bey, Kelly, LaTavia e LeToya. O single No, No, No foi lançado pelo quarteto em 1997 e chegou a alcançar a terceira posição da Billboard Hot 100. 

Beyoncé e a formação original de Destiny's Child

Com isso, o grupo garantiu visibilidade suficiente para o lançamento do álbum Destiny’s Child em 1998, que teve a produção de nomes importantes como Wyclef Jean e Jermaine Dupri, por exemplo.

O grupo subiu para o número 14 da lista Billboard R&B/Hip Hop Albums e vendeu mais de um milhão de cópias. Isso impulsionou a produção de um novo álbum e, em 1999, foi lançado The Writing’s On The Wall.

Foi aí que o nome das meninas, de fato, começou a ganhar espaço. Isso porque algumas das faixas do álbum são hits emblemáticos até os dias de hoje como, por exemplo: Bills, Bills, Bills; Bug a Boo; Jumpin, Jumpin;e Say My Name

As brigas e as substituições

No mesmo ano em que o grupo alcançou o estrelato, um bom barraco acabou fazendo com que o grupo fosse desfeito e “remodelado”. Desde a época de Girl’s Time era Mathew Knowles (pai de Bey) quem agenciava o grupo e, com o crescimento do sucesso, LaTavia e LeToya alegaram ter menos espaço que Beyoncé e Kelly.

Por isso, no fim de 2019 a dupla tentou separar o grupo da administração de Knowles. Logo depois, em fevereiro de 2000, o clipe de Say My Name foi lançado destacando Knowles, Kelly e duas novas integrantes o lugar de LaTavia e LeToya.

Destiny's Child

Enquanto o grupo alegou que a dupla teria decidido sair do Destiny’s Child, a dupla que se sentia injustiçada afirmou ter tido conhecimento da expulsão do grupo apenas com o lançamento do videoclipe. 

Seja como for, foi nessa mudança que Michelle Williams e Farrah Franklin passaram a fazer parte do quarteto. No entanto, poucos meses depois, o grupo se transformou em um trio; já que Franklin deixou o grupo. 

Mais uma vez, as versões do grupo e da cantora desligada são bastante diferentes e; enquanto Farrah diz que deixou o grupo pela negatividade que o rondava (desde o desligamento das duas integrantes anteriores), o restante das meninas alegou que ela teria sido “convidada a se retirar” depois de não cumprir uma série de compromissos.

O novo Destiny’s Child

Depois de muita confusão, se formou a versão final e mais conhecida do Destiny’s Child; fazendo do trio Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams um dos mais conhecidos e bem-sucedidos de todo o showbiz. 

O grupo começou a abrir shows de grandes estrelas do momento como, por exemplo, Christina Aguilera e Britney Spears e; logo depois, uma de suas músicas ganhou destaque na trilha sonora do filme remake de Charlie’s Angels

Beyoncé e Destiny's Child

O single Independent Women foi um hit instantâneo e; embora não fizesse parte do mesmo álbum, ajudou The Writing’s On The Wall a conquistar uma série de prêmios entre 2000 e 2001, incluindo:

  • Soul Train’s Sammy Davis Jr. Entertainer of The Year
  • Billboard’s Music Awards Artist of The Year
  • Billboard’s Music Awards Duo/Group of The Year
  • Soul Train Lady of Soul Awards R&B/Soul Album of The Year
  • Soul Train Lady of Soul Awards Group of The Year

Incluindo o single que garantiu ainda mais visibilidade e sucesso para o DC, foi lançado o álbum Survivor. Além do primeiro e já conhecido single, o disco também incluía os hits Bootylicious, Emotion e o de mesmo nome do álbum; com referências (e provocações) bastante claras à separação das ex-integrantes do grupo.

Uma álbum especial de Natal – 8 Days of Christmas – foi lançado pelas meninas no mesmo ano e, no ano seguinte, o disco This Is The Remix chegou ao mercado para segurar a ansiedade dos fãs. 

Ainda em 2002, o grupo anunciou uma pausa para que cada uma das suas integrantes pudesse produzir trabalhos individuais; retornando em 2004 com o álbum Destiny Fulfilled

Embora não tenha sido tão bem-sucedido como Survivor, o quarto e último disco do trio também teve hits que emplacaram nos primeiros lugares das paradas como, por exemplo,  Soldier e Lose My Breath.

A despedida de Destiny’s Child

A turnê mundial do quarto álbum do grupo foi, também, a despedida do trio. O fim do Destiny’s Child foi anunciado em um show de 2005, em que as meninas explicaram que o nome do último álbum (fulfilled, na tradução: realizado) não era uma coincidência.

Beyoncé em reunião com Destiny's Child

O grupo ainda chegou a se apresentar junto mais algumas vezes, mas sempre em clima de reunião especial e homenagem; e nunca deu esperanças aos fãs de que pudesse voltar à ativa. 

Discografia do Destiny’s Child

  • Destiny’s Child (1998)
  • The Writing’s on the Wall (1999)
  • Single Remix Tracks (2000)
  • Survivor (2001)
  • 8 Days of Christmas (2001)
  • This Is The Remix (2002)
  • Destiny Fulfilled (2004)
  • #1’s (2005)
  • Mathew Knowles & Music World Presente Vol. 1: Love Destiny (2008)
  • Playlist: The Very Best of Destiny’s Child (2012)
  • Love Songs (2013)

Dangerously In Love

O primeiro trabalho solo de Beyoncé foi um sucesso estrondoso de público e crítica. Lançado durante a pausa do grupo Destiny’s Child, em 2003, ele rendeu cinco Grammys para a cantora.

Já na estreia, o álbum alcançou o primeiro lugar no Billboard 200 e imortalizou hits como Baby Boy, Me Myself and I, Naughty Girl e Crazy In Love; faixa com a participação de Jay Z, rapper que na época já era apontado como affair de Bey. 

Beyoncé na capa do álbum Dangerously in Love

Depois do sucesso da estreia solo e o fim do Destiny’s Child foi lançado, em 2006, o segundo álbum da artista: B’Day. Como já diz o nome, o disco foi lançado no aniversário da cantora, alcançando tanto sucesso quanto o primeiro álbum.

Uma nova leva de hinos fez com que a cantora ganhasse ainda mais notoriedade, já que praticamente todas as faixas do álbum se tornaram emblemáticas como, por exemplo:

  • Déjà Vu (com participação de Jay Z)
  • Get Me Bodied
  • Freakum Dress
  • Upgrade U (novamente com participação de Jay Z)
  • Green Light 
  • Irreplaceable

Com isso, a diva entrou para um outro patamar no mundo da música. Prova disso foi a criação do apelido de Queen Bey (que faz uma brincadeira entre o nome de Knowles e o significado “abelha rainha”) para a cantora por parte dos fãs. 

I Am… Sasha Fierce

O terceiro álbum de estúdio foi lançado em 2008 com a revelação do alter ego da cantora, Sasha Fierce. Na época, a cantora explicou que não se sentia confortável o suficiente sendo famosa e, para se apresentar nos palcos criou a personagem: totalmente confiante e sensual para as suas apresentações.

Beyoncé

No entanto, apenas dois anos depois, a diva afirmou já ter o controle para lidar com a vida privada e a carreira. Assim, concluiu dizendo ter matado a personagem por não precisar mais dela. 

Diva, Ego (em versão com duo de Beyoncé e Kanye West), If I Were a Boy, Halo, Broken-Hearted Girl, Radio, Sweet Dreams e Video Phone (com participação de Lady Gaga) são alguns dos hits de I Am…; no qual também foi apresentado ao público a faixa que seria um novo divisor de águas na carreira da musa.

Single Ladies

Um dos maiores hits da sua carreira, Single Ladies, fez parte de I Am… Sasha Fierce; colocando o mundo inteiro para cantar o novo hino e copiar a coreografia de um dos mais conhecidos e populares videoclipes de toda a história. 

Clipe esse que, inclusive, foi um dos protagonistas no famoso barraco entre Kanye West e Taylor Swift. Isso porque a revolta do rapper aconteceu, justamente, por Bey não ter levado o MTV VMA 2009 de Melhor Vídeo Feminino; prêmio recebido por You Belong with Me, de Taylor Swift. 

Beyoncé performando Single Ladies

Na ocasião, o doidão West subiu ao palco enquanto Swift agradecia o prêmio (escolhido por voto popular) e tirou o microfone da sua mão, dizendo que “Beyoncé fez um dos melhores clipes de todos os tempos” e deveria ter sido a vencedora.

Totalmente constrangida na platéia, Bey chegou a chorar nos bastidores por se sentir mal com a palhaçada do bêbado Kanye, de acordo com fontes que estiveram na premiação. 

Por isso, a cantora convidou Taylor ao palco quando, mais tarde naquela noite, recebeu o prêmio de Vídeo do Ano; deixando que a cantora iniciante pudesse agradecer ao prêmio recebido.

4 e Beyoncé

Seguindo em alta com cada novo lançamento, a Queen Bey ainda lançou os álbuns 4 (de 2011) e Beyoncé (de 2013) antes de seu álbum mais conceitual e polêmico. 

Em 4, faixas como Run The World (Girls), Love On Top, Countdown e Best Thing I Never Had conquistaram o público. No lançamento homônimo, contudo, a cantora revolucionou o mundo da música, apresentando um álbum visual quando ninguém esperava. 

Beyoncé na capa do álbum 4

Produzido entre 2012 e 2013, todas as músicas e vídeos do trabalho foram gravadas com total sigilo, surpreendendo aos fãs com o lançamento em 13 de dezembro de 2013. 

Tanto as músicas como os seus clipes passaram a fazer parte da cultura pop, e o trabalho de faixas sensuais e com pegada mais feminista enlouqueceu (positivamente) quem já acompanhava a sua evolução. 

Destaque para Drunk In Love, Partition, XO, Pretty Hurts e Flawless; que leva o trecho da definição de feminismo feita pela escritora e feminista Chimamanda Ngozi Adichie em seu discurso mais famoso (e maravilhoso, por sinal!).

Lemonade

Foi em 2016 que Beyoncé lançou o seu álbum mais impactante e polêmico, levando os fãs que acompanham a vida musical e pessoal da cantora ao delírio. Com letras fortes e bastante claras a respeito da tão especulada traição de Jay Z, a diva também usou o disco para reforçar e celebrar as suas origens afro-americanas. 

Beyoncé na capa do álbum Lemonade

As participações e contribuições de artistas como Diplo, Jack White, Kendrick Lamar, The Weeknd e James Blake também renderam bons resultados e diferentes estéticas musicais ao longo do disco.

O primeiro single divulgado, Formation, é prova disso, e ganhou destaque com o lançamento de um clipe poderoso e a apresentação impecável no Super Bowl Halftime Show de 2016.

A performance foi realizada no dia seguinte ao lançamento do álbum (07 de fevereiro de 2016) e contou com a participação da banda Coldplay e do cantor Bruno Mars; que dividiram o palco com Bey naquele ano. 

Assim como o lançamento anterior, Lemonade também foi apresentado com forte apelo visual, acompanhado de um filme com mais de uma hora de duração dividido em 11 partes: intuition (intuição); denial (negação); anger (raiva); apathy (apatia); emptiness (vazio); accountability (responsabilidade); reformation (reforma); forgiveness (perdão); resurrection (ressurreição); hope (esperança); e redemption (redenção). 

Basicamente, os capítulos do filme Lemonade mostravam todas as fases da crise no casamento de Beyoncé e Jay Z. E letras como a da faixa Sorry – que fez a frase “melhor ligar para a Becky do cabelo bom” se tornar conhecida – colocaram ainda mais lenha na fogueira.

Beyoncé no Super Bowl halftime show

Isso porque, de acordo com os fãs, teria sido a tal “Becky with the good hair” a grande responsável pelas traições de Jay. Isso sem contar o inesquecível barraco protagonizado pela irmã da Beyoncé, Solange, e o cunhado no elevador do Met Gala. 

Briga no elevador

No Met Gala 2014 , Solange Knowles e Jay Z foram protagonistas da filmagem mais polêmica do mundo das celebridades naquele ano. Uma Solange irada batendo em Jay Z circulou o mundo, a Queen Beyoncé assistia tudo de camarote sem mover um único dedo. 

A famosa briga ficou tão conhecida que até ganhou um frase dentro de uma versão da faixa Flawless (do disco homônimo da cantora) , dizendo que “às vezes merdas acontecem quando há um bilhão de dólares dentro de um elevador”.

Embora ninguém saiba ao certo o que aconteceu ali, a maioria dos boatos insinuam que Solange Knowles tenha descido a porrada no cunhado pela revolta com um constrangimento causado à Bey durante a festa; resultado do seu encontro com uma amante.

Com o lançamento de Lemonade os nomes foram dados aos bois, e o mundo passou a especular quem seria a Becky with the good hair da faixa Sorry; amante de Jay e responsável pela épica treta do elevador. 

Prêmios de Lemonade

Embora tenha sido pouco premiado em comparação a discos mais antigos, Lemonade foi o álbum mais aclamado pela crítica lançado pela cantora.

Beyoncé

Além de uma lista imensa de indicações (inclusive para o filme, no Emmy Awards), o álbum rendeu para a cantora as seguintes estatuetas:

  • Billboard de Melhor Álbum R&B
  • Soul Train Music Award de Álbum do Ano
  • BET Award de Álbum do Ano
  • NAACP Image Award de Melhor álbum
  • Grammy de Melhor álbum Urbano Contemporâneo 

Na cerimônia do Grammy de 2017, inclusive, a grande vencedora Adele fez um discurso emocionante sobre o quanto a Queen Bey a tinha influenciado como cantora. Fã declarada de Knowles, ela disse em diversos momentos de seus agradecimentos que quem realmente merecia os prêmios que ganhara naquele ano era a criadora de Lemonade.

Beychella

A participação da Queen Bey como estrela principal do festival Coachella 2018 foi tão aguardada e poderosa que o evento ganhou um novo nome: Beychella

Beyoncé em show do Beychella

Depois de cancelar sua apresentação no ano anterior em função da segunda gravidez, a diva promoveu um verdadeiro espetáculo nas duas noites em que pisou no palco montado na cidade de Indio, na Califórnia. 

Os show contaram com uma série de coreografias, figurinos e referências que, assim como o álbum Lemonade, celebraram a cultura afro-americana. Além disso, participações de peso dividiram o palco com Bey, incluindo as demais integrantes do antigo grupo Destiny’s Child e o cantor colombiano J Balvin.

Um filme especial produzido para a Netflix também entra para a lista de frutos do evento. O documentário, batizado de Homecoming: A Film by Beyoncé, foi lançado em 2019 na plataforma de streaming; mostrando todo o processo de preparação da cantora para os shows do evento e o resultado final das apresentações. 

Beyoncé no Coachella

Discografia de Beyoncé

A discografia completa de Knowles inclui muito além dos seus seis álbuns solo de estúdio, contando, ainda, com diferentes compilações e singles de sucesso. Confira, abaixo, a lista com os principais álbuns da carreira de Knowles.

  • Dangerously in Love (2003)
  • Live at Wembley (2004)
  • B’Day (2006)
  • The Beyoncé Experience Live (2007)
  • I Am… Sasha Fierce (2008)
  • I Am… Yours: An Intimate Performance at Wynn Las Vegas (2009)
  • I Am… World Tour (2010)
  • 4 (2011)
  • Beyoncé (2013)
  • Lemonade (2016)
  • Everything is Love (2018, em parceria com Jay Z)
  • Homecoming: The Live Album (2019)

Filmes com Beyoncé

Além da carreira de cantora, Bey também investiu nas artes cênicas como parte de sua carreira, e pôde ser vista nas telonas em diversas ocasiões. 

Beyoncé como voz de Nala em The Lion King

Geralmente, além da atuação, ela também destacava suas habilidades vocais nessas participações; conforme você confere na lista a seguir:

  • Austin Powers in Goldmember (2002)
  • The Fighting Temptations (2003)
  • The Pink Panther (2006)
  • Dreamgirls (2006)
  • Cadillac Records (2008)
  • Obsessed (2009)
  • Epic (voz, em 2013)
  • The Lion King (voz, em 2019)

Beyoncé e Jay Z

Knowles sempre foi bastante discreta em relação a sua vida privada e, principalmente, no que se refere a sua vida amorosa. Lançada ao estrelato, ela nunca havia assumido um romance público e, por isso, os tablóides sempre tentaram descobrir possíveis affairs de Bey. 

Beyoncé e Jay Z

Assim, depois de algumas parcerias musicais de sucesso, em 2002 os sites de fofoca começaram a especular uma aproximação entre a cantora e o rapper Jay Z. De início, nenhum dos dois confirmou o envolvimento, mas em pouco tempo a ligação entre eles já era conhecida; embora ambos não assumissem isso quando questionados.  

Foi somente em abril de 2008 que todos os boatos se provaram reais. Em uma cerimônia fechada – que reuniu apenas a família e os amigos mais íntimos – Jay-Z e Beyoncé oficializaram a união. 

O casal que sempre tentou esconder as particularidades da vida íntima. Porém, ao longo dos últimos anos cada vez mais detalhes sobre a relação e as crises no casamento da dupla vem sendo revelados. 

Beyoncé e Jay Z

Depois do lançamento de Lemonade, que mostrou a visão da cantora sobre as traições do marido, foi a vez de Jay Z expor o seu lado no álbum 4:44, de 2017.

Resolvidas as crises, o casal segue firme e forte como um dos mais ricos e poderosos do showbiz; e o rapper já chegou a afirmar que o desenvolvimento destes trabalhos mais reveladores foi uma verdadeira terapia para o casal.

On The Run Tour

Para carimbar a força da relação do casal depois da crise, o álbum Everything Is Love foi produzido em conjunto por Bey e Jay em 2018. A divulgação do trabalho foi feita com a segunda turnê em conjunto do casal: On The Run II

Beyoncé e Jay Z na On The Run Tour II

Em 2014 eles se juntaram pela primeira vez para uma turnê mundial, batizada de On The Run Tour, que incluía grandes hits individuais e as suas músicas em parceria. Os shows feitos na América do Norte e na Europa renderam mais de US$ 109 milhões e o título de 5ª maior bilheteria musical do ano. 

Já a OTRII teve o álbum feito em conjunto como foco, mas sem deixar os sucessos individuais e as parcerias mais antigas de fora. As apresentações e as muitas imagens inéditas da intimidade do casal (incluindo momentos do casamento e do dia a dia com os filhos) satisfizeram a curiosidade dos fãs e, mais uma vez, lotou estádios.

Mais de US$ 250 milhões foram adicionados à conta do em 2018 como resultado da turnê; aumentando ainda mais o patrimônio do casal formado por dois dos maiores nomes da música mundial dos últimos tempos.

Filhos de Beyoncé

Anunciada durante o VMA 2011, a gravidez da diva roubou a cena da premiação, tanto no red carpet como no palco; e a primeira filha de Bey e Jay chegou ao mundo no início do ano seguinte. 

Beyoncé com Jay Z e Blue Ivy vestidos para o Halloween

Depois de muita especulação a respeito da gravidez da cantora – e de terem, inclusive, a acusado de usar uma barriga falsa – a pequena Blue Ivy Carter foi apresentada em 07 de janeiro de 2012. 

A cara de Jay quando bebê e cada dia mais parecida com a Queen Bey (amém!), Blue já participou de faixas da mãe e já roubou a cena em diferentes premiações em que acompanhou os pais famosos. 

Na mais memorável dessas ocasiões, ela virou uma fonte maravilhosa de memes e provou que qualquer filho no universo fica com vergonha alheia dos pais.

A primeira filha de Beyoncé, Blue Ivy

Boa parte dos momentos em que apareceu no Grammy 2018, ela podia ser vista pedindo “menos, por favor” para as reações do casal.

Ganhando o posto de foto mais curtida da história do Instagram até aquele momento, o clique que anunciou a segunda gravidez da senhora Knowles-Carter foi conceitual e polêmico. 

Beyoncé no anúncio de sua segunda gravidez

Beyoncé e Blue Ivy

Inspirado em diferentes simbologias da cultura africana, o ensaio feito pelo fotógrafo Awol Erizku foi taxado de cafona e brega por muitos. Mas, seja como for, segue como um dos mais icônicos de toda a história, e ainda contou com a participação da pequena Blue nas imagens. 

Os casal de gêmeos esperados pela musa na segunda gravidez chegou em 13 de junho de 2017, recebendo os nomes de Rumi e Sir Carter.

Beyoncé e os gêmeos Rumi e Sir Carter

Fotos dos filhos do casal (com exceção de Blue, que os acompanha em eventos hoje em dia) são raras; mas é possível ter uma ideia das feições dos gêmeos pelo documentário de Bey da Netflix e em algumas imagens da turnê OTRII. 

O estilo de Bey

Queen Bey sempre foi envolvida com o mundo da moda, mas de diferentes maneiras. Considerada bastante equivocada no início da carreira, ela fez grandes esforços para promover os looks da House of Dereon; marca comandada por ela própria e sua mãe.

Beyoncé

O nome da marca aparece, inclusive, no hit Single Ladies; na fala “hold me tighter than my Dereon jeans” (na tradução: “me segura mais apertado que meus jeans Dereon”). 

No entanto, nem a publicidade gratuita em um dos maiores hits de todos os tempos foi capaz de tornar a marca um sucesso; e a label parece ter sido descontinuada em meados de 2012.

Ao longo dos anos a cantora amadureceu bastante o estilo e os looks no red carpet e, assim, deixou parte da cafonice do início de carreira para trás. Com a ajuda de diferentes stylists, marcas e estilistas sempre prontos para vestí-la, ela adotou uma imagem mais elegante e moderna (embora de gosto duvidoso em muitos casos, ainda).

Beyoncé

Alexander McQueen, Versace, Gucci, Emporio Armani, Elie Saab, Emilio Pucci, Lanvin, Givenchy, Thierry Mugler e Balmain, por exemplo, são algumas das labels que já vestiram a diva; sendo a última, comandada por Olivier Rousteing, a responsável pelos figurinos usados nas duas apresentações do Baychella. 

Ivy Park

A linha de roupas da Adidas batizada de Ivy Park é uma criação fruto da parceria entre Bey e Sir Philip Green lançada em 2016. Focada no activewear, a linha conta com uma série de coleções bem-sucedidas.

Beyoncé vestindo Ivy Park

Assinadas e amplamente divulgadas por Beyoncé, as coleções são frequentemente usadas por grandes celebridades de Hollywood. No último lançamento da linha, inclusive, no início de 2020, muita publicidade pôde ser vista nas redes sociais dos famosos; que receberam a coleção completa em uma espécie de guarda-roupas portátil.

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